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As secretarias de Serviços Públicos, Saúde, Defesa Civil e Obras, se mobilizaram para atuar em mutirão contra possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti, espécie que está no centro da atual epidemia no país; de zika, além de ser vetor de contágio da dengue, das febres chikungunya e amarela e outras enfermidades mais raras, que preocupam autoridades e assolam algumas regiões do Brasil.

É uma das espécies de mosquito mais conhecidas e difundidas no mundo, segundo a Agência Européia de Prevenção e Controle de Doenças – ECDC. O mosquito que tem o nome o significado de “odioso do Egito”, vem sendo combatido desde o início do século passado.

No período do verão, em decorrência da maior intensidade de chuvas, a reprodução do mosquito é favorecida, aumentando o número de casos e também criadouros de mosquitos, devido a água parada em lajes, vasos de plantas, caixas d’água, piscinas e terrenos baldios com lixo e objetos que facilitam a reprodução. Em meados da década de 90, a dengue passou para a classificação como doença endêmica.

O mosquito surgiu na África em locais de mata e chegou às Américas em navios no período da colonização. Segundo especialistas, ao passar dos anos, encontrou em áreas urbanas, espaços ideais para sua proliferação, se tornando adaptável e com facilidades para dividir o mesmo ambiente com o homem. Ele prefere a água limpa, mas a falta da mesma, não está impedindo que o Aedes Aegypti se reproduza. Estudos, mostram que a fêmea pode depositar seus ovos em água com presença de matérias orgânicos.

As equipes da Prefeitura de Areal, iniciaram o mutirão pelos bairros Pará e Alto Pará. Foram retirados entulhos, visitas de casa em casa, colocadas telas em caixas descobertas, notificados terrenos e anotados os possíveis focos. “Vamos atuar em todos os bairros, conforme foi determinado”. disse o Coordenador de Vigilância em Saúde, Anderson Vieira Carneiro.

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COMUNICADO – A Coordenadoria de Defesa Civil informa que realizará na próxima quarta-feira, 16 de Dezembro, às 10h, mais um teste com as sirenes de emergência, instaladas em 07 comunidades que estão em áreas suscetíveis a riscos geológicos. São elas: Cedro, Vila Adelaide, Alberto Torres, Gaby, São Sebastião/Centro, Pará e Amazonas.

Os testes ocorrem todos os meses. A Defesa Civil tem alertado a população de que é somente um teste, semelhante ao que já é feito com as sirenes que são utilizadas no plano de emergência. Agentes de Defesa Civil estarão nos bairros, no momento do teste, para tranquilizar e orientar a população. Não havendo imprevistos, as sirenes tocarão simultaneamente, nos pontos em que estão instaladas.

O teste terá a duração de 03 (três) minutos e tem a finalidade de familiarizar o cidadão com o som emitido pelo dispositivo, além de testar o equipamento. Se ele apresentar falhas, a identificação pode ser feita em tempo hábil e evitar contratempos.

Mais informações:
Coordenadoria de Defesa Civil
24 2257-3919

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A equipe da Defesa Civil de Areal realizou na manhã de ontem (7) o exercício simulado para a redução de riscos e desastres. Este exercício teve a parceria da Secretaria de Educação, que disponibilizou a Escola Municipal Augusto Cezar da Costa, no Amazonas, mais atingido na enchente de 2011.

A simulação contou com a participação direta de alunos da educação infantil, fundamental e professores como protagonistas de um possível episódio de risco.

Foram realizadas várias possibilidades, como o que fazer para escapar do prédio em um deslizamento de barranco, onde as vítimas podem sofrer soterramento parcial, fraturas, desmaios e escoriações diversas.

O exercício faz parte do calendário referente ao 1º Dia Municipal para Redução de Riscos e Desastres, comemorado no dia 29 de novembro e que tem sua programação estendida durante os meses seguintes.

“Os alunos ficaram interessados e participaram com perguntas e dúvidas. Estamos alerta, principalmente neste período do ano, onde as chuvas são fortes e costumam causar problemas. A equipe da Defesa Civil irá atuar em todas as escolas do município, sempre simulando o risco em que cada escola está inserida”, disse o coordenador Carlos Roberto Miranda.

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No último sábado (28 de Novembro), a Prefeitura de Areal inaugurou a Feira de Produtos de Areal. O evento aconteceu em praça pública, no Centro (Barateza), das 09h às 15h e contou a presença das secretarias municipais, Defesa Civil, Guarda Municipal, EMATER RIO, FIPERJ, Banco do Brasil, SEBRAE e as atrações musicais locais.

A Feira, que acontecerá regularmente, tem por finalidade facilitar o acesso dos potenciais consumidores aos produtos que são fabricados ou cultivados no Município, como: artesanatos, produtos orgânicos e sem glúten, bem como os produtos rurais tradicionais.

No primeiro dia da feira, haviam barracas do Programa Municipal de Artesanato Solidário, sob a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente; barracas de produtos orgânicos, agricultura convencional e stand da FIPERJ, todas organizadas pela Emater em parceria com a Coordenadoria de Agricultura da Secretaria de Serviços Públicos, Transportes e Agricultura. O Banco do Brasil e o SEBRAE-RJ estiveram presentes, atendendo ao convite feito pela Secretaria Secretaria de Trabalho, Turismo, Indústria e Comércio.

A inauguração da feira foi marcada pelas presença das atrações musicais: Oficina de Músicas Arealense (OMA), Capitu, Dueto Priori e Gumury e Luiz Carlos Show, encerrando o dia.

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O Secretário de Estado de Habitação, Bernardo Rossi, e o Secretário de Estado de Defesa Civil, Coronel Ronaldo Alcântara convidam para a palestra MORAR COM SEGURANÇA – com orientações sobre construções seguras.
A palestra educativa faz parte do programa SOS Habitação.

Local:Sociedade Esportiva Gaby – Avenida Amaral Peitoxo, 431, Centro
Data: 11 de Novembro de 2015
Horário: 19 horas

Sobre o Programa:
O programa é fruto de acordo de cooperação entre as secretarias de Estado de Habitação e Defesa Civil, no âmbito do Núcleo de Redução de Risco de Desastre, que une as duas pastas. A parceria envolve os corpos técnicos de ambas as secretarias em duas fases: prevenção e socorro.
A parceria é uma importante iniciativa para que a população receba orientações básicas que podem tornar suas construções mais seguras e minimizar riscos de desastres.
O Estado do Rio é o terceiro menor em território do país, porém também ocupa a terceira maior população do Brasil. O adensamento populacional aliado à intervenção humana é responsável por boa parte das ocorrências climáticas. A Defesa Civil do Estado traçou o mapa de ameaças climáticas com 460 eventos apontados pelos municípios. Destes, 18% correspondem aos deslizamentos e 17,8% às inundações. O SOS Habitação vai mostrar com orientações básicas de cuidados com Meio Ambiente e com orientações específicas, porém de fácil entendimento ao público leigo, em engenharia e arquitetura, que e possível tornar as construções seguras.
Fonte – CBMERJ

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O CEMADEN – RJ – Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, através de seu Diretor Tenente Coronel BM Gil Kempers Vieira, entregará na próxima semana 5 equipamentos tipo pluviômetros semiautomáticos (equipamento que mede a quantidade de chuva), cada um com o custo estimado em três mil reais.

O município já possui 6 equipamentos automáticos, sendo que os novos atenderão principalmente a zona rural do município. Os equipamentos serão utilizados para implantação em nosso município do projeto “Pluviômetros nas Comunidades” que visa introduzir a cultura da percepção de riscos de desastres naturais, envolvendo a população que vive em áreas de risco, fortalecendo as capacidades locais de enfrentamento de eventos adversos, principalmente os causados por chuvas.

Os equipamentos serão operados por equipes da comunidade local, especialmente treinadas e, desta forma, promover o engajamento e a conscientização dos moradores, completando a rede de informações hidrometeorológicas que fazem parte da estrutura observacional do país para o monitoramento e alertas de desastres naturais.

O projeto será conduzido mediante parceria entre o CEMADEN-RJ – Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e a Coordenadoria de Defesa Civil da Prefeitura de Areal.

Um dos temas debatidos na audiência pública foi a conscientização e prevenção em casos de desastre natural

Alerj. (Imagem: Reprodução)
Alerj. (Imagem: Reprodução)

A Coordenadoria de Defesa Civil de Areal participou, na segunda-feira (08), da audiência pública da Comissão de Defesa Civil da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), cujo tema foi “A Semana Estadual para Conscientização e Prevenção Contra Desastres Associados a Fenômenos Naturais e a Ocupação Urbana”. Entre os pontos destacados como prioritários estavam: a melhoria no planejamento, visando aprimorar a ação em casos de urgência e prevenir desastres; a necessidade de tornar o trabalho do setor mais eficiente, por meio de desburocratização e a criação de meios que permitam a interdisciplinaridade entre diferentes secretarias.

Para o presidente da comissão, Deputado Estadual Flávio Bolsonaro (PP), a reunião teve importância especial para fazer um balanço das medidas que já foram tomadas – como o Projeto de Lei n.º 2.320/13, que busca aumentar incentivos para que as prefeituras invistam em defesa civil – e dialogar sobre melhorias possíveis.

“É importante discutirmos se houve mudanças no planejamento do órgão durante o ano, incluindo o uso de tecnologias de prevenção, para que os impactos sejam reduzidos. Especialmente diante do momento atual, de seca no Sudeste, bem como a proximidade das chuvas do verão”, afirmou o parlamentar, que prometeu buscar propostas concretas, analisando sugestões e emendas para aprimorar o projeto.

Sobre os avanços alcançados pela Defesa Civil, o secretário da pasta, Coronel Bombeiro Sérgio Simões, destacou que 17 cidades, que possuem maior risco geológico e de inundação, tiveram implantados equipamentos de sistema de alarme e alerta, que é o caso de Areal. Além disso, 140 moradores de comunidades foram capacitados para operar sistemas e hoje o serviço conta com dois novos radares meteorológicos no estado.

“O objetivo é transformar conhecimento científico em ações organizadas nas comunidades. Juntar organização e formação de quadro técnico adequado, além de orçamento que não seja só para atender desastres, mas também para estruturar ações de formação de redes e capacitação. Basear-se num modelo que antecipa ações”, pontuou Simões. Estiveram presentes também o gerente do Centro de Informações e Emergências do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Ricardo Marcelo da Silva; a engenheira do Departamento de Recursos Minerais (DRM-RJ), Raquel Ofrante; o gerente técnico da Defesa Civil de Nova Friburgo, Hamilton Thuller e o secretário de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis, coronel Rafael Simão.

A Defesa Civil de Areal começou, nesta segunda-feira (08), uma série de vistorias nas áreas de encostas de morros no município. A coordenadoria está em estado de “atenção” por conta do início do período de chuvas.

“Neste momento, não temos ocorrências, mas a preocupação com as encostas dos morros é constante, por isso, estamos vistoriando os locais para constatar qualquer movimentação”, destaca o coordenador de Defesa Civil, Alessandro Batista.

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A vistoria começou pela encosta da Rua José Chagas (Pedreira), onde existe um grande número de rochas, sendo que não foi constatado risco eminente de deslizamento, mas será realizado um monitoramento constante do local.

Os principais fenômenos relacionados a desastres naturais no Brasil são os deslizamentos de encostas e as inundações, que estão associados a eventos pluviométricos intensos e prolongados, repetindo-se a cada período chuvoso mais severo, sendo que no município de Areal o deslizamento de encostas e rolamento de rochas são as principais preocupações da Defesa Civil. Tais fenômenos são naturais e podem ocorrer em qualquer área de alta declividade, por ocasião de chuvas intensas e prolongadas.

Vale lembrar que a remoção da vegetação original e a ocupação urbana tendem a tornar mais frágeis o equilíbrio naturalmente precário, fazendo com que os deslizamentos e rolamentos passem a ocorrer em escala acelerada.

A Coordenadoria de Defesa Civil recomenda aos moradores que fiquem atentos a qualquer movimento de terra ou rochas e a inclinação de postes ou árvores. Nesse caso, a família deve sair de casa e acionar a Defesa Civil Municipal ou o Corpo de Bombeiros.

A Coordenadoria de Defesa Civil de Areal esteve em Petrópolis no último sábado (29), participando do Dia Estadual e Municipal de Redução de Riscos de Desastres Naturais, no qual foi realizada uma grande campanha preventiva de orientação para a população.

Dia Estadual e Municipal de Redução de Riscos de Desastres Naturais

Segundo o coordenador de Defesa Civil de Areal, Alessandro Batista, o evento informativo teve como objetivo mostrar a preparação dos municípios e orientar a população sobre as medidas a serem tomadas em caso de desastres naturais. “A troca de experiências em eventos como esse é enorme. Atualmente, Petrópolis é referência no quesito de prevenção e foi muito bom poder conhecer novas técnicas e tecnologias para usarmos em nosso trabalho, em Areal”, destaca Alessandro.

O evento, organizado pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis, contou com a participação de vários órgãos como a Secretaria de Estado de Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Exército, Polícia Militar Ambiental,  INEA, Instituto Vital Brasil, Cruz Vermelha, e outros órgãos do município de Petrópolis.

 

A Coordenadoria de Defesa Civil de Areal informa a população que, hoje, realizará testes de funcionamento nas sirenes do Sistema de Alerta e Alarme do município. As sirenes serão soadas de forma aleatória, durante 10 segundos.