Coordenação de Defesa Civil de Areal participa de reunião na Alerj

Um dos temas debatidos na audiência pública foi a conscientização e prevenção em casos de desastre natural

Alerj. (Imagem: Reprodução)
Alerj. (Imagem: Reprodução)

A Coordenadoria de Defesa Civil de Areal participou, na segunda-feira (08), da audiência pública da Comissão de Defesa Civil da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), cujo tema foi “A Semana Estadual para Conscientização e Prevenção Contra Desastres Associados a Fenômenos Naturais e a Ocupação Urbana”. Entre os pontos destacados como prioritários estavam: a melhoria no planejamento, visando aprimorar a ação em casos de urgência e prevenir desastres; a necessidade de tornar o trabalho do setor mais eficiente, por meio de desburocratização e a criação de meios que permitam a interdisciplinaridade entre diferentes secretarias.

Para o presidente da comissão, Deputado Estadual Flávio Bolsonaro (PP), a reunião teve importância especial para fazer um balanço das medidas que já foram tomadas – como o Projeto de Lei n.º 2.320/13, que busca aumentar incentivos para que as prefeituras invistam em defesa civil – e dialogar sobre melhorias possíveis.

“É importante discutirmos se houve mudanças no planejamento do órgão durante o ano, incluindo o uso de tecnologias de prevenção, para que os impactos sejam reduzidos. Especialmente diante do momento atual, de seca no Sudeste, bem como a proximidade das chuvas do verão”, afirmou o parlamentar, que prometeu buscar propostas concretas, analisando sugestões e emendas para aprimorar o projeto.

Sobre os avanços alcançados pela Defesa Civil, o secretário da pasta, Coronel Bombeiro Sérgio Simões, destacou que 17 cidades, que possuem maior risco geológico e de inundação, tiveram implantados equipamentos de sistema de alarme e alerta, que é o caso de Areal. Além disso, 140 moradores de comunidades foram capacitados para operar sistemas e hoje o serviço conta com dois novos radares meteorológicos no estado.

“O objetivo é transformar conhecimento científico em ações organizadas nas comunidades. Juntar organização e formação de quadro técnico adequado, além de orçamento que não seja só para atender desastres, mas também para estruturar ações de formação de redes e capacitação. Basear-se num modelo que antecipa ações”, pontuou Simões. Estiveram presentes também o gerente do Centro de Informações e Emergências do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Ricardo Marcelo da Silva; a engenheira do Departamento de Recursos Minerais (DRM-RJ), Raquel Ofrante; o gerente técnico da Defesa Civil de Nova Friburgo, Hamilton Thuller e o secretário de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis, coronel Rafael Simão.